Orange Is The New Black

Orange Is The New Black é uma série criada por Jenji Kohan (criadora também de “Weeds”), que rendeu ótimos comentários e muitas polêmicas. Foi lançada em Julho, exclusivamente para Netflix. Esta série é baseada em uma história real, também tem o livro Orange is the New Black – My Year in a Women’s Prison de Piper Kerman, porém, ainda sem versão em português. Eu já tive a oportunidade de assistir, são 13 episódios divertidíssimos e dramáticos ao mesmo tempo… aprovo e recomendo!

Elenco "Orange Is The New Black"

Elenco “Orange Is The New Black”

Trata-se da história de uma mulher branca, com 30 e poucos anos, de classe média, noiva e com um passado rebelde, onde se envolveu com uma traficante de drogas, as mesmas tiveram um relacionamento amoroso que acabou em traumas para ambas as partes. Após 10 anos, Piper Chapman (Taylor Schilling) foi condenada por colaborar com o transporte do dinheiro do tráfico de drogas da antiga namorada, Alex Vause (Laura Prepon). Assim, começam as histórias que acontecem dentro da cadeia, onde terá que cumprir 15 meses de prisão.

Alex & Piper "Orange Is The New Black"

Alex & Piper “Orange Is The New Black”

O elenco da série é fabuloso, os personagens são demais, cada história contada é impressionante e motivam para continuar acompanhando os outros episódios (eu não vejo a hora de assistir a próxima temporada!). O universo feminino é bem retratado dentro da prisão, já que o foco são as mulheres, mostram como elas se viram com suas necessidades e rixas umas com as outras.

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A série conta com a participação de Jason Biggs (American Pie), o mesmo interpreta Larry Bloom (noivo de Piper), que sobrevive do “lado de fora” sem a amada. Com muita paciência ao escutar as loucas histórias da cadeia, já que Piper faz questão de atualiza-lo. E com a dificuldade de cumprir “promessas” (vocês verão). Bem, ele é um fofo, eu tenho que dizer isso!

Larry & Piper

Larry & Piper

Além de tudo, quase morri ao saber que minha queridíssima Regina Spektor compôs a música-tema exclusivamente para a série, “You’ve got time”. É apaixonante! Assisto a abertura inteira e as vezes “repito a dose” antes de começar o episódio, só para ouvir a música (hehehe).

Ah! Você também precisa saber das curiosidades:

1. Yoga Jones dublou Patti Maionese de Doug Funny;

2. O policial Mendez é meio-irmão de Liev Schreiber;

3. O irmão gêmeo de Laverne Cox (a transsexual) interpretou sua “versão homem” no episódio 03;

4. Jodie Foster é a diretora da série;

5. Existem referências a “American Pie” no primeiro episódio;

6. A policial Susan Fischer e Alex Vause trabalharam juntas em “Are you there, Chelsea?”;

A segunda temporada de Orange Is The New Black já está sendo gravada e estreia em 2014.

🙂

Fontes: imdb, Netflix

Os Mercenários 2

Para poder falar sobre Os Mercenários temos que descrever uma era para demonstrar o que esse filme provoca nas pessoas, mas o problema é que, para explicar, temos que dar exemplos e usar palavras que não fazem mais parte do nosso cotidiano, como ir numa locadora para alugar uma fita vhs que depois seria usado em um video cassete ligado a uma TV de tubo com no máximo 20 polegadas e que seria assistido por uma turma reunida na sala da casa de um deles para ver cenas nunca antes vistas.

Não muito antigamente, apesar de parecer que faz tempo, filmes de ação causavam tanta impressão porque não seguiam regras. Os protagonistas eram feios, fortes, com cara de mal e pose de durão, pareciam mais vilões do que heróis. Seguravam armas dos jeitos mais impossíveis de se manusear e, mesmo assim, ainda matavam um exército inteiro. Analisando esses filmes hoje em dia eu até poderia dizer que eram toscos ainda mais se compararmos com os novos filmes de ação, o que seria uma enorme injustiça. Hoje temos heróis de quadrinhos dominando as salas dos cinemas. Apesar de tudo isso tem algo que esses filmes acertavam, eles davam exatamente o que aquela turma queria ver, ação, protagonizado por um homem que fazia tudo sozinho, não pessoas comuns, claro! Afinal não é qualquer um que já foi Mister Olympia, mas faziam a gente pensar que se nos transformássemos neles poderiámos fazer as mesmas coisas, pois ainda eram seres humanos, apesar de ter uma contribuição da magia do cinema. E justamente dessa época surgiu Sylvester Stallone, um astro dos filmes de ação, genêro esse que podemos reduzir há algo sem história ou roteiro e que só precisa ter porrada, tiro e explosões. Porém Stallone entrou nesse mundo através da caneta do que pela força, afinal o roteiro do seu primeiro filme de sucesso foi escrito por ele, ROCKY, que ganhou 3 oscars, então além de bancar um cara forte e durão, mostrou que sabia escrever e passar uma mensagem que o povo necessitava receber no ano 1976, e por isso mereceu o Oscar de melhor filme. Em seguida insistiu nos filmes do seu personagem boxeador, que continuava sendo escrito por ele, mas podemos dizer que ele virou um astro do gênero de ação ao interpretar Rambo, esse sim um filme com mais explosões do que história, mas ainda tinha um roteiro que falava bem de algumas coisas da época situada, a guerra do Vietnã. Esses dois nomes são os grandes responsáveis por tornar Stallone famoso, e depois os outros filmes com menos sucesso fizeram o astro ficar menos conhecido e, talvez, esquecido, apesar de sempre estar atuando em algum filme. Mas foi com o retorno de ROCKY que ele resgatou seu nome e o ínicio da sua carreira e de novo com Rambo 4 voltou a ser o protagonista de um verdadeiro filme de ação. Acabou retornando ao seus dois mundos, a ação desenfreada e a escrever roteiros simples mas com mensagens.

Com essa união veio Mercenários, um filme que prometia resgatar essa época vivida e construída por Sylvester Stallone, portanto, ele conhece bem esse assunto e tinha contato para juntar seus contemporâneos e alguns colegas novos que não deixaram a ação morrer, como, por exemplo, Jason Statham.

Mas foi em Mercenários 2 que ele mostrou realmente o que os meninos (agora crescidos) queriam ver. Eu não sei se o Sly (Sylvester Stalone) realmente pensou, planejou e executou com precisão um roteiro que nos leva a imaginar analogias, procurar referências e querer saber o que o autor quer passar naquele momento, ou se ele realmente consegue captar o que o público sentia falta, e fez o possível com o que tinha para executar essa tarefa. Como, por exemplo, na cena que apresenta o mercenário mais jovem de sua equipe Bill The Kid, interpretado por Liam Hemsworth, onde comenta das coisas que viu na guerra, até parece que nesse momento ele quer mostrar que os jovens dos EUA viveram os piores momentos de um filme de ação. E logo após parece concluir esse assunto quando Barney, personagem do Sly, faz um monólogo no enterro de Bill, aqui imagino que ele quer entrar novamente no assunto da guerra ter levado alguns desses jovens e também a falta de novos atores para substituir os antigos astros.

Muita filosofia para o roteiro de um filme de ação? Talvez. Mas o interessante é que Sylvester Stallone soube escrever, produzir e criar algo no momento certo, que foi um filme de ação que a tempos não vimos, com personagens que só poderiam ser interpretados por um elenco nunca antes reunido. Quer mais um exemplo de teorias e analogias que podemos fazer com o filme? Nada mais icônico que a primeira cena onde Sly resgata o personagem de ninguém menos que Arnold Schwarzenegger, o que podemos imaginar dessa cena? que se não fosse por ele talvez a volta do ex-governador da Califórnia para as telas do cinema poderia ser lenta e nada gloriosa como a partipação que tem em Os Mercenários 2. E sobre o Personagem do Bruce Willis, dali é o único que tem papel de chefe e com dinheiro. Tá certo que nosso eterno John Mcclane possui uma pose de figurão, porém, analisando a carreira de Willis é fácil perceber que ele até envelheceu bem e se manteve no cinema atuando ás vezes em grandes produções, enquanto os demais sumiram, tiveram um período de ostracismo ou seguiram outras carreiras.

Sly mostrou que sabe passar uma mensagem de força e superação, algo que combina com sua vida e nada melhor do que ele para escrever um roteiro com esse tema. E outra coisa que os antigos filmes de ação nos ensinaram é que, um homem deve saber se virar sozinho e usar o que tem para conseguir executar sua tarefa. Sylvester Stallone foi o responsável para construir esse filme épico. Afinal, se a Marvel juntou parte dos seus heróis num filme, Stallone conseguiu colocar todos os heróis de ação de uma geração em praticamente duas horas de tiros, explosões, sangue e tudo isso com uma sensação que estamos vendo velhos amigos, se reencontrando novamente.

Fontes: IMDB

Se coloque no meu lugar!

Switcheroo é um projeto criado pela fotógrafa Hana Pesut, residente em Vancouver, Canadá. As fotos refletem dois momentos, em um único cenário, e duas personalidades diferentes, onde as mesmas aparecem com suas roupas trocadas. Pesut teve essa brilhante idéia e que, realmente, agradou ao público. Como seria o inverso? O avesso? O contrário? O vice-versa? É o famoso “se coloque no meu lugar”. Divirtam-se!

Você pode ver mais fotos no site oficial.

Unhas de Pelúcia

Engraçado o sempre surgimento de novas idéias para inovar nossos visuais de uma forma simples e divertida. Já sabem da nova tendência, as unhas felpudas? ou unhas de pelúcia? Ficam uma graça! Vejam.

MATERIAIS NECESSÁRIOS

– Siq floc: pó aveludado aplicado em vários trabalhos de artesanato e pode ser encontrado em várias cores. COMPRAR;

– Esmalte marca e cor de sua preferência e esmalte base;

– Acetona; 01 recipiente; 01 pincel (pode ser de blush), algodão e Palito;

COMO FAZER

1. Passe uma camada do esmalte colorido escolhido e limpe as laterais;

2. Adicione uma pequena quantidade do pó aveludado em um recipiente;

3. Passe a base em cima do esmalte;

4. Pressione a unha em cima do pó aveludado até que toda a unha esteja coberta. Garanta que o pó fique bem fixo na unha;

5. Com o pincel, limpe as laterais e tire todo o excesso de produto da unha;

6. Use o algodão e a acetona para retirar resquícios de esmalte ou pó que podem estar grudados nas laterais ou embaixo das unhas;

Prontinho, assim suas unhas de pelúcia estarão feitas!

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Especial Walk Of The Earth

Olá pessoal! Música é algo que gostamos muito de compartilhar. Principalmente, quando encontramos algo realmente bom e diferente. Hoje iremos apresentar a banda Walk Of the Earth, já ouviram falar?

É um grupo não-convencional, multi-talentosos, cinco peças fenômenais que atualmente estão tomando o mundo. A interpretação brilhante da música “Somebody that I used to know” de Gotye (também já comentado aqui no nerdonas) com 5 pessoas tocando um violão, recentemente explodiu no Youtube ganhando bem mais de 35 milhões de visualizações em menos de 2 semanas. A resposta dos fãs rapidamente chamou a atenção para a sua coleção de músicas e vídeos inovadores, abrangendo os últimos cinco anos e gerou uma inundação sem precedentes de interesse da mídia. Novos fãs de todo o mundo caiu imediatamente no amor com composição orgânica, independente, sincero e honesto da banda original, interpretações de cobertura e vídeos bem filmados. Nos últimos cinco anos, a banda construiu um grande séquito de fãs dedicados ao redor do mundo através de sua abordagem única e emocionante para a composição, filmagens e interação constante, aberto, com todos os seus toques de música.

A química entre os membros da Walk Of the Earth é inegável. Marshall, Sarah e Gianni têm o estilo vocal individual, que se adaptam perfeitamente com as harmonias criadas por Taylor e arranjos melódicos criados por Joel Cassady. Seu espírito independente, ética de trabalho imparável e inspiradora criatividade catapultou a banda, com certeza, levando-os para melhores horizontes.

Essa banda proporciona além de músicas próprias, hits do momento com versões muito criativas e clipes, absurdamente, atrativos. Os fãs podem fazer seus pedidos através de suas redes sociais. Conheçam seus trabalhos:

 

Somebody That I Used to Know – (Gotye – Cover)

 

Little Boxes

 

Cheers – (Rihanna – Cover)

 

Party Rock Anthem – Walk off the Earth + All About Maggie

 

Someone like you – (Cover Adele)

 

Money Tree – Original Walk Of the Earth

 

Fontes e redes sociais: Facebook WOTE; Twitter WOTE;

Batman – The Dark Knight Rises

Finalmente assistimos ao último filme da trilogia do Batman, criado por Christopher Nolan,  The Dark Knight Rises. É impossível falar desse filme como algo independente esquecendo os outros dois e como sua conclusão épica fechou com chave de ouro, na minha opinião, a melhor adaptação de quadrinhos para o cinema.

Quando surgiu Batman Begins, o primeiro filme, lembro de ler notícias mas sem muitas expectativas,  creio que era uma sensação comum de todos, afinal a imagem do Batman tinha sido destruída em seus últimos filmes, em contar a origem do herói para começar uma história nova parecia ser pouco atrativa. Acabou sendo uma aposta da Warner, para recriar o personagem  do Batman e hoje analisando os três filmes digo que foi necessária para conseguir adaptar e dar um novo contexto a um herói tão conhecido. Posso afirmar, depois de ter assistido o terceiro filme, que realmente foi pensado em uma trilogia para concluir essa empreitada, podemos comparar essa obra, criada por Nolan, com um artigo, onde temos a introdução que serve para contextualizar, por exemplo, apresentando Gotham como a principal cidade do mundo, mostrando o que ela pode oferecer e o que devemos aguardar ao acompanhar sua história,  foi isso que Batman Begins fez, contando a ascenção de um herói e dando a dica, no final do filme, de qual seria o próximo vilão.

Em seguida temos o desenvolvimento em The Dark Knight, onde apresenta toda essência do Batman combatendo seu maior inimigo, o Coringa. Tem também outro grande vilão, Duas Caras, utilizado no filme para justificar as idéias que Nolan quis criar para o herói de Gotham. O Batman é um símbolo, uma imagem para servir a população da cidade com o que ela precisa, sempre protegendo-a, seja predendo bandidos ou assumindo a culpa da sujeira por ela criada e assim guardar um segredo obscuro a favor de um bem maior, afinal Harvey Dent era a solução para que Bruce Wayne não precisasse mais se preocupar com a cidade e sair a noite combatendo criminosos, mas que infelizmente foi corrompido pela piada mortal do Coringa e de uma polícia corrupta que o povo nem desconfia.  Essa idéia tão bem descrita por um ótimo roteiro, personagens muito bem interpretados e tudo isso na direção do Nolan foram os responsáveis pelo enorme sucesso do segundo filme. Algo inalcançável, mas que assim como final de The Dark Knight mostra, o Batman desaparecendo, encerrando seu desenvolvimento, era preciso uma conclusão. Por isso era esperado e com certeza teria um terceiro filme.

E mesmo com toda qualidade demonstrada pelo Nolan no comando dessa obra, o pessimismo tomou conta da minha mente. Tudo isso por culpa do monstro da expectativa e como é fácil alimentá-lo com milhões de notícias que saem na internet, tentei evitá-las mas não consegui e admito que quando li que o Bane seria o grande vilão do último filme, ficamos preocupados, afinal ele foi criado com a intenção de vender mais revistas, apesar de ter uma construção até que interessante e ter ficado conhecido por ser o responsável pela “morte” do Batman, achei que teria pouca referência e elementos que serviriam de inspiração para um novo filme. Por isso torcia para que fosse um personagem clássico do Batman. Sinceramente, gostaria que fosse o Charada, e que Nolan criasse uma nova versão assim como fez com o Coringa. Mas hoje vejo que esse pensamento era apenas de querer mais do que havia visto no segundo filme e não é isso que devia esperar de uma conclusão.

Finalmente veio The Dark Knight Rises e todas minhas implicações desapareceram ao ver o filme.  Consegui entender a escolha de cada personagem para a construção final dessa empreitada.

Spoilers

É nítido que umas das fontes para o roteiro de Nolan foi a HQ The Dark Knight Returns de Frank Miller, que mostra um Bruce Wayne mais velho e que sente falta de ser o Batman, assim como as dificuldades de voltar a ativa. Nessa história o primeiro inimigo enfrentando por Batman é o líder de uma guangue denominada Mutantes que é bem mais forte, jovem, ágil do que ele e claro que por esses motivos nosso herói leva uma surra na primeira vez ao enfrentá-lo. Somente no segundo combate é que podemos dizer que o Batman foi vitorioso. Essa história se encaixa também no papel do Bane, que aliás serve de união para vários elementos, desde a principal razão pela qual ele é conhecido que foi por derrotar o Batman nos quadrinhos, de sua origem em uma prisão e com isso é possível trazer de volta a Liga das Sombras do primeiro filme. Que mais tarde será revelado como um plano de Talia Al Ghul, filha de Ra’s Al Ghul tentando concluir a obra de seu pai, servindo de explicação do porque ela e o Bane estão em Gotham para destruirem a cidade e se vingarem de Bruce Wayne, por esse motivo temos o retorno do Batman.

Outra personagem encaixada nessa história para servir de empurrão e também usada para dar um final feliz ao Batman, por mais glichê que isso possa parecer, foi bem aproveitado por Nolan, afinal quem poderia entender e se comparar com as habilidades do morcego se não a Mulher Gato?

O terceiro filme inteiro é grandioso, desde a primeira cena de ação envolvendo dois aviões, o novo brinquedo do Batman, sua “nave”, as explosões e sem falar em Gotham que parece maior e mais próspera. Tudo isso não é exagero de produção mas como falamos desde o primeiro filme e a julgar por uma palavra do título do último, Rises (Ressurge), serviu para concluir o motivo do ressurgimento do Batman e porque ele é maior do que todas adaptações até hoje feitas para a tv ou cinema.

Desde o primeiro filme percebemos como foi possível condensar várias referências e histórias do Batman para criar personagens que se encaixaram nos filmes. Nesse último, temos o Robin, que juntou a origem de três em um só, sem ter que usar aquela roupa de circo e tornando plausível que alguém poderia ajudar o Batman.

Foi isso que Christopher Nolan e sua equipe fizeram, realmente adaptaram anos de histórias do Batman para contar uma nova e que funcionasse no cinema. Além disso, Nolan se mostrou um ótimo profissional porque construiu um universo e concluiu uma história que agradou ao público e permitiu que a produtora pudesse investir em novos filmes sem ter que começar do zero. Assim, como uma revista em quadrinhos que termina um arco deixando possibilidades de outros surgirem, sem eliminar o passado e nisso podemos dizer que fomos os primeiros a ver isso no cinema.