Os Mercenários 2

Para poder falar sobre Os Mercenários temos que descrever uma era para demonstrar o que esse filme provoca nas pessoas, mas o problema é que, para explicar, temos que dar exemplos e usar palavras que não fazem mais parte do nosso cotidiano, como ir numa locadora para alugar uma fita vhs que depois seria usado em um video cassete ligado a uma TV de tubo com no máximo 20 polegadas e que seria assistido por uma turma reunida na sala da casa de um deles para ver cenas nunca antes vistas.

Não muito antigamente, apesar de parecer que faz tempo, filmes de ação causavam tanta impressão porque não seguiam regras. Os protagonistas eram feios, fortes, com cara de mal e pose de durão, pareciam mais vilões do que heróis. Seguravam armas dos jeitos mais impossíveis de se manusear e, mesmo assim, ainda matavam um exército inteiro. Analisando esses filmes hoje em dia eu até poderia dizer que eram toscos ainda mais se compararmos com os novos filmes de ação, o que seria uma enorme injustiça. Hoje temos heróis de quadrinhos dominando as salas dos cinemas. Apesar de tudo isso tem algo que esses filmes acertavam, eles davam exatamente o que aquela turma queria ver, ação, protagonizado por um homem que fazia tudo sozinho, não pessoas comuns, claro! Afinal não é qualquer um que já foi Mister Olympia, mas faziam a gente pensar que se nos transformássemos neles poderiámos fazer as mesmas coisas, pois ainda eram seres humanos, apesar de ter uma contribuição da magia do cinema. E justamente dessa época surgiu Sylvester Stallone, um astro dos filmes de ação, genêro esse que podemos reduzir há algo sem história ou roteiro e que só precisa ter porrada, tiro e explosões. Porém Stallone entrou nesse mundo através da caneta do que pela força, afinal o roteiro do seu primeiro filme de sucesso foi escrito por ele, ROCKY, que ganhou 3 oscars, então além de bancar um cara forte e durão, mostrou que sabia escrever e passar uma mensagem que o povo necessitava receber no ano 1976, e por isso mereceu o Oscar de melhor filme. Em seguida insistiu nos filmes do seu personagem boxeador, que continuava sendo escrito por ele, mas podemos dizer que ele virou um astro do gênero de ação ao interpretar Rambo, esse sim um filme com mais explosões do que história, mas ainda tinha um roteiro que falava bem de algumas coisas da época situada, a guerra do Vietnã. Esses dois nomes são os grandes responsáveis por tornar Stallone famoso, e depois os outros filmes com menos sucesso fizeram o astro ficar menos conhecido e, talvez, esquecido, apesar de sempre estar atuando em algum filme. Mas foi com o retorno de ROCKY que ele resgatou seu nome e o ínicio da sua carreira e de novo com Rambo 4 voltou a ser o protagonista de um verdadeiro filme de ação. Acabou retornando ao seus dois mundos, a ação desenfreada e a escrever roteiros simples mas com mensagens.

Com essa união veio Mercenários, um filme que prometia resgatar essa época vivida e construída por Sylvester Stallone, portanto, ele conhece bem esse assunto e tinha contato para juntar seus contemporâneos e alguns colegas novos que não deixaram a ação morrer, como, por exemplo, Jason Statham.

Mas foi em Mercenários 2 que ele mostrou realmente o que os meninos (agora crescidos) queriam ver. Eu não sei se o Sly (Sylvester Stalone) realmente pensou, planejou e executou com precisão um roteiro que nos leva a imaginar analogias, procurar referências e querer saber o que o autor quer passar naquele momento, ou se ele realmente consegue captar o que o público sentia falta, e fez o possível com o que tinha para executar essa tarefa. Como, por exemplo, na cena que apresenta o mercenário mais jovem de sua equipe Bill The Kid, interpretado por Liam Hemsworth, onde comenta das coisas que viu na guerra, até parece que nesse momento ele quer mostrar que os jovens dos EUA viveram os piores momentos de um filme de ação. E logo após parece concluir esse assunto quando Barney, personagem do Sly, faz um monólogo no enterro de Bill, aqui imagino que ele quer entrar novamente no assunto da guerra ter levado alguns desses jovens e também a falta de novos atores para substituir os antigos astros.

Muita filosofia para o roteiro de um filme de ação? Talvez. Mas o interessante é que Sylvester Stallone soube escrever, produzir e criar algo no momento certo, que foi um filme de ação que a tempos não vimos, com personagens que só poderiam ser interpretados por um elenco nunca antes reunido. Quer mais um exemplo de teorias e analogias que podemos fazer com o filme? Nada mais icônico que a primeira cena onde Sly resgata o personagem de ninguém menos que Arnold Schwarzenegger, o que podemos imaginar dessa cena? que se não fosse por ele talvez a volta do ex-governador da Califórnia para as telas do cinema poderia ser lenta e nada gloriosa como a partipação que tem em Os Mercenários 2. E sobre o Personagem do Bruce Willis, dali é o único que tem papel de chefe e com dinheiro. Tá certo que nosso eterno John Mcclane possui uma pose de figurão, porém, analisando a carreira de Willis é fácil perceber que ele até envelheceu bem e se manteve no cinema atuando ás vezes em grandes produções, enquanto os demais sumiram, tiveram um período de ostracismo ou seguiram outras carreiras.

Sly mostrou que sabe passar uma mensagem de força e superação, algo que combina com sua vida e nada melhor do que ele para escrever um roteiro com esse tema. E outra coisa que os antigos filmes de ação nos ensinaram é que, um homem deve saber se virar sozinho e usar o que tem para conseguir executar sua tarefa. Sylvester Stallone foi o responsável para construir esse filme épico. Afinal, se a Marvel juntou parte dos seus heróis num filme, Stallone conseguiu colocar todos os heróis de ação de uma geração em praticamente duas horas de tiros, explosões, sangue e tudo isso com uma sensação que estamos vendo velhos amigos, se reencontrando novamente.

Fontes: IMDB

Batman – The Dark Knight Rises

Finalmente assistimos ao último filme da trilogia do Batman, criado por Christopher Nolan,  The Dark Knight Rises. É impossível falar desse filme como algo independente esquecendo os outros dois e como sua conclusão épica fechou com chave de ouro, na minha opinião, a melhor adaptação de quadrinhos para o cinema.

Quando surgiu Batman Begins, o primeiro filme, lembro de ler notícias mas sem muitas expectativas,  creio que era uma sensação comum de todos, afinal a imagem do Batman tinha sido destruída em seus últimos filmes, em contar a origem do herói para começar uma história nova parecia ser pouco atrativa. Acabou sendo uma aposta da Warner, para recriar o personagem  do Batman e hoje analisando os três filmes digo que foi necessária para conseguir adaptar e dar um novo contexto a um herói tão conhecido. Posso afirmar, depois de ter assistido o terceiro filme, que realmente foi pensado em uma trilogia para concluir essa empreitada, podemos comparar essa obra, criada por Nolan, com um artigo, onde temos a introdução que serve para contextualizar, por exemplo, apresentando Gotham como a principal cidade do mundo, mostrando o que ela pode oferecer e o que devemos aguardar ao acompanhar sua história,  foi isso que Batman Begins fez, contando a ascenção de um herói e dando a dica, no final do filme, de qual seria o próximo vilão.

Em seguida temos o desenvolvimento em The Dark Knight, onde apresenta toda essência do Batman combatendo seu maior inimigo, o Coringa. Tem também outro grande vilão, Duas Caras, utilizado no filme para justificar as idéias que Nolan quis criar para o herói de Gotham. O Batman é um símbolo, uma imagem para servir a população da cidade com o que ela precisa, sempre protegendo-a, seja predendo bandidos ou assumindo a culpa da sujeira por ela criada e assim guardar um segredo obscuro a favor de um bem maior, afinal Harvey Dent era a solução para que Bruce Wayne não precisasse mais se preocupar com a cidade e sair a noite combatendo criminosos, mas que infelizmente foi corrompido pela piada mortal do Coringa e de uma polícia corrupta que o povo nem desconfia.  Essa idéia tão bem descrita por um ótimo roteiro, personagens muito bem interpretados e tudo isso na direção do Nolan foram os responsáveis pelo enorme sucesso do segundo filme. Algo inalcançável, mas que assim como final de The Dark Knight mostra, o Batman desaparecendo, encerrando seu desenvolvimento, era preciso uma conclusão. Por isso era esperado e com certeza teria um terceiro filme.

E mesmo com toda qualidade demonstrada pelo Nolan no comando dessa obra, o pessimismo tomou conta da minha mente. Tudo isso por culpa do monstro da expectativa e como é fácil alimentá-lo com milhões de notícias que saem na internet, tentei evitá-las mas não consegui e admito que quando li que o Bane seria o grande vilão do último filme, ficamos preocupados, afinal ele foi criado com a intenção de vender mais revistas, apesar de ter uma construção até que interessante e ter ficado conhecido por ser o responsável pela “morte” do Batman, achei que teria pouca referência e elementos que serviriam de inspiração para um novo filme. Por isso torcia para que fosse um personagem clássico do Batman. Sinceramente, gostaria que fosse o Charada, e que Nolan criasse uma nova versão assim como fez com o Coringa. Mas hoje vejo que esse pensamento era apenas de querer mais do que havia visto no segundo filme e não é isso que devia esperar de uma conclusão.

Finalmente veio The Dark Knight Rises e todas minhas implicações desapareceram ao ver o filme.  Consegui entender a escolha de cada personagem para a construção final dessa empreitada.

Spoilers

É nítido que umas das fontes para o roteiro de Nolan foi a HQ The Dark Knight Returns de Frank Miller, que mostra um Bruce Wayne mais velho e que sente falta de ser o Batman, assim como as dificuldades de voltar a ativa. Nessa história o primeiro inimigo enfrentando por Batman é o líder de uma guangue denominada Mutantes que é bem mais forte, jovem, ágil do que ele e claro que por esses motivos nosso herói leva uma surra na primeira vez ao enfrentá-lo. Somente no segundo combate é que podemos dizer que o Batman foi vitorioso. Essa história se encaixa também no papel do Bane, que aliás serve de união para vários elementos, desde a principal razão pela qual ele é conhecido que foi por derrotar o Batman nos quadrinhos, de sua origem em uma prisão e com isso é possível trazer de volta a Liga das Sombras do primeiro filme. Que mais tarde será revelado como um plano de Talia Al Ghul, filha de Ra’s Al Ghul tentando concluir a obra de seu pai, servindo de explicação do porque ela e o Bane estão em Gotham para destruirem a cidade e se vingarem de Bruce Wayne, por esse motivo temos o retorno do Batman.

Outra personagem encaixada nessa história para servir de empurrão e também usada para dar um final feliz ao Batman, por mais glichê que isso possa parecer, foi bem aproveitado por Nolan, afinal quem poderia entender e se comparar com as habilidades do morcego se não a Mulher Gato?

O terceiro filme inteiro é grandioso, desde a primeira cena de ação envolvendo dois aviões, o novo brinquedo do Batman, sua “nave”, as explosões e sem falar em Gotham que parece maior e mais próspera. Tudo isso não é exagero de produção mas como falamos desde o primeiro filme e a julgar por uma palavra do título do último, Rises (Ressurge), serviu para concluir o motivo do ressurgimento do Batman e porque ele é maior do que todas adaptações até hoje feitas para a tv ou cinema.

Desde o primeiro filme percebemos como foi possível condensar várias referências e histórias do Batman para criar personagens que se encaixaram nos filmes. Nesse último, temos o Robin, que juntou a origem de três em um só, sem ter que usar aquela roupa de circo e tornando plausível que alguém poderia ajudar o Batman.

Foi isso que Christopher Nolan e sua equipe fizeram, realmente adaptaram anos de histórias do Batman para contar uma nova e que funcionasse no cinema. Além disso, Nolan se mostrou um ótimo profissional porque construiu um universo e concluiu uma história que agradou ao público e permitiu que a produtora pudesse investir em novos filmes sem ter que começar do zero. Assim, como uma revista em quadrinhos que termina um arco deixando possibilidades de outros surgirem, sem eliminar o passado e nisso podemos dizer que fomos os primeiros a ver isso no cinema.

Detona Ralph! (Wreck-It Ralph)

Acabei de ver o trailer do filme Wreck-It Ralph, que em português ficou “DETONA RALPH”. Depois falamos sobre esse título e mais sobre o “DETONA”.

Admito que fiquei empolgado com a história, justamente por enxergar muitas semelhanças com um expressivo e grande jogo icástico da Nintendo.

Donkey Kong

Donkey Kong

Conhecem?

Não estou falando do Donkey Kong Country, que saiu para Super Nintendo, mas sim do Donkey Kong que surgiu no arcade.
Tudo bem… o jogo não é icástico ou icônico, mas dele surgiu o personagem mais POP dos games.

Mario

It’s me Mario

É isso mesmo o primeiro jogo que o Mario apareceu, não tinha seu nome como título e sim o do vilão Donkey Kong. Igualmente como podemos ver no trailer do filme, Ralph é um vilão de um game que leva seu nome no título. Porém, ele esta cansado de ser o Bad Guy (coitado) e quer se tornar um Herói, como ele vai conseguir isso e que aventuras ele vai se meter para alcançar seu objetivo é o que teremos que ver no filme. Fazendo um paralelo com Donkey Kong, que era um vilão derrotado por esse tal de Mario, talvez muitos não se lembrem mas, devido ao sucesso do jogo depois veio uma sequência que não é tão conhecida assim, Donkey Kong Jr, onde o vilão era o encanador bigodudo e o personagem que levava o título do game, tinha que enfrentá-lo para salvar seu pai.

Donkey Kong Jr.

Donkey Kong Jr.

Depois de alguns anos tivemos, e agora sim posso dizer, um expressivo e grande jogo chamado Donkey Kong Country, onde um dos Kong finalmente virou Herói.
Será que assim como na história desses jogos e seus personagens, o filme irá mostrar que Ralph conseguiu virar o mocinho?
Espero que o plot do filme não seja tão semelhante assim, caso contrário acabei de estragar o filme pra mim e para vocês que leram esse post. Bobagem, conhecer a história não tirou minha vontade de querer ver o filme, aliás saber de alguns detalhes para depois ver as semelhanças é que torna tudo mais legal.
Portanto vamos aguardar a estréia, que esta prevista para 4 de janeiro de 2013 por aqui.

Resgatando um detalhe do jogo Donkey Kong Country, ao passar as fases podemos parar numa casa para visitar um velhinho ranzinza e que gosta de contar histórias, ele se chama Cranky Kong que é o vilão enfrentando pelo Mario no game que surgiu lá no arcade, veja aí uma foto dele…

Cranky Kong

Cranky Kong

Aproveitando que estamos falando bastante sobre games e temos que esperar a estréia do filme, que tal jogar um pouco de WRECK-IT RALPH

Os Vingadores

Não foi o primeiro filme que gostei desse ano (Por causa do Chronicle). Mas com certeza foi o primeiro grande filme hollywoodiano BOM. Quando assisti na estréia, saí do cinema empolgado e creio que a maioria também. Já completou um mês que o filme foi exibido aqui no Brasil e hoje escrevendo esse post, ainda consigo me empolgar ao relembrar as cenas.

 

Algumas pessoas porém, perderam um pouco dessa curtição e começaram a pensar que foi um exagero falar tão bem sobre Os Vingadores. Discordo totalmente disso, porque o filme foi uma bela diversão honesta e inovadora. Uso essas palavras, por 2 motivos:

1)  Apesar de ser um blockbuster, o filme não é pretensioso, não é exagerado nos efeitos especiais e teve um roteiro com detalhes que só os verdadeiros fãs perceberam, gerando comentários e fazendo as pessoas discutirem depois de terem assistido, o que não é comum em filmes desse gênero. E por terem mostrado o trabalho em equipe a todo momento, mostrando que, de fato, os vingadores são uma união de poderes diferentes, onde cada um precisará do outro em alguma ocasião.

2) A Marvel conseguiu fazer algo que ainda não tinhamos visto no cinema. Lançou quatro filmes, para apresentar os personagens, Hulk, Homem de Ferro, Thor e Capitão América. E sendo sincero, podemos dizer que alguns filmes foram bons e outros nem tanto. Apesar disso, a Marvel conseguiu juntar esses quatro grandes personagens e mais outros, Gavião Arqueiro, Viúva Negra e o mentor Nick Fury em um filme novo, mas unindo as histórias anteriores. A primeira façanha da Marvel com certeza foi o filme do Homem de Ferro, um personagem que não era tão conhecido, mas foi tão bem utilizado que caiu no gosto popular. Graças a esse sucesso, a Marvel conseguiu os direitos de volta do Hulk para criar um novo filme. Em seguida lançou Thor e Capitão América. Em todos esses filmes foram exibidas cenas escondidas, revelando que tinha um objetivo maior, o projeto dos Vingadores. Quando surgiram fotos do filme e logo mostraram seres Extra-Terrestres, os fãs ficaram aflitos pensando que a história poderia conter os Skrulls, que infelizmente foram utilizados como uma resposta não tão boa para o desfecho de uma grande história (dúvido alguém acertar qual foi, nos comentários). Não precisaram disso e conseguiram criar um roteiro que uniu  o plot de cada filme anterior. O Homem de Ferro com o dilema sobre sua personalidade e o que ela causou no mundo. Hulk, sendo sempre procurado, mostrando que ele é um problema. No Capitão América tivemos a guerra e o poder que os humanos querem alcançar através das armas. E com o Thor tivemos o vilão que serviu perfeitamente para amarrar toda a história.

Como não poderia faltar, no filme dos Vingadores, também teve cena escondida e mostrando outro objetivo maior ainda. Repito que Loki foi o vilão perfeito até para dar continuidade na história. Afinal no seu cajado, podemos ver um artefato azul, que através dele conseguia controlar a mente das pessoas. Esse com certeza foi um detalhe apenas descoberto quando finalmente vimos o possível vilão da continuação do filme, Thanos. Se você não lê quadrinhos, mas gosta de games e por acaso jogou Marvel Super Heroes, talvez se lembre do chefe e que durante o jogo você pegava umas pedras ou gemas, que poderia usar e ganhar um poder de acordo com o significado de cada uma. Tanto no jogo e o que tudo indica nos Vingadores 2, teremos algo sobre a saga Manopla do Infinito.

Se você ainda acha que o filme não foi tão bom, tem que concordar com uma coisa, a Marvel conseguiu inovar o cinema, criando algo que até então nínguem soube fazer.

Filmes de Mulherzinhas

Em homenagem aos filmes que fizeram ou fazem parte da nossa vida, que de certas formas agregaram valor. Listamos 5 filmes, entre antigos e recentes, que vocês já devem ter assistido, e se não (não???), irão assistir depois desse post. Nós nos identificamos com eles, desde todo o processo de crescimento até nos tornarmos “mulherzinhas”.

Começo por um clássico admirado não só pelo público jovem feminino, conheço homens que também gostam deste filme, 10 coisas que eu odeio em vocêBianca é proibida de namorar até sua irmã Katharina começar a namorar (o que seria “impossível” na visão de seu pai). Cameron contrata Patrick para tentar conquistar Katharina e assim pode sair com Bianca. O contrato se tornou em um romance verdadeiro e uniu duas pessoas, que aos olhos alheios, seriam difíceis e estranhas.

10 coisas que eu odeio em você (1999)

Em Diário de Bridget Jones, Bridget é uma mulher de 32 anos que decide tomar o controle de sua própria vida e também começar a escrever um diário. Um diário, que por sua vez, é o mais provocativo, erótico e histérico livro que já esteve na cabeceira de sua cama, onde ela poderá colocar as suas opiniões sobre os mais diversos assuntos de sua nova vida.

Diário de Bridget Jones (2001)

Entre muitos filmes onde abordam o tema “menina que quer crescer”, De repente 30, para nós é o melhor. Jenna é uma garota de 13 anos descontente com sua própria idade, por diversos motivos, e que sonha em ser adulta para ter a vida com que sempre desejou. O pedido milagrosamente se torna realidade e, no dia seguinte, ela desperta com 30 anos de idade. Jenna se encanta com sua nova vida mas aos poucos vai descobrindo o que perdeu durante toda a trajetória de sua vida até ali.

De Repente 30 (2003)

Já em Sex And The City, as mulheres são independentes financeiramente e obcecadas por moda. Carrie é uma escritora de sucesso, que assim como suas amigas Samantha, Charlotte e Miranda, tenta equilibrar o trabalho com seus relacionamentos. E em Sex And The City 2, o quarteto viaja para a cidade de Abu Dhabi, cuja a cultura é bem diferente da qual estão acostumadas, especialmente em relação ao tratamento à mulher e ao sexo.

Sex And The City 1 e 2 (2008 e 2010)

E, por último, o filme cômico, Missão Madrinha de Casamento. Eu não poderia rir mais neste filme. Lilian vai se casar e convida a amiga Annie para ser sua madrinha. Ela, que enfrenta problemas profissionais e amorosos, resolve se dedicar à função de corpo e alma. Só que, logo no primeiro evento organizado, Annie conhece Helen, uma bela e rica mulher que quer ser a nova melhor amiga de Lillian. As duas logo passam a disputar a proximidade da amiga, assim como o posto de organizadora do casamento e demais eventos pré-nupciais.

Missão Madrinha de Casamento (2011)

Nós já passamos por todas estas fases ou, por menos, muito próxima a elas (e, talvez, passaremos mais vezes): namoramos escondido, tivemos que escolher entre dois caras, sonhamos enquanto jovem em ser adulta, tivemos que conciliar trabalho e namoro e já fomos madrinha de casamento ou já disputamos maior atenção de uma melhor amiga.

Quem já não chorou, riu e assistiu várias e várias vezes, incansávelmente, estes filmes? Lembraram de mais algum filme que se encaixaria neste estereotipo? Comentem e compartilhem!

Porque The Walking Dead faz sucesso?

Por causa de Frank Darabont. Pronto respondi. Acabou o post…

Claro que não, uma série ou filme alcança o sucesso por diversos fatores. Mas, hoje vamos falar de um deles, do nome citado na minha resposta.

Frank Darabont

Frank Darabont

Para conhecê-lo melhor, citarei três importantes filmes, portanto pergunto… Já assistiu The Shawshank Redemption, ou em português Um Sonho de Liberdade? E o filme The Green Mile (A Espera de um Milagre)? Ou o mais recente The Mist (O Nevoeiro)? Talvez já tenha ouvido alguns desses nomes ou possa ter associado a outra personalidade, Stephen King (isso será explicado mais abaixo).

Frank Darabont, responsável pela admirável série The Walking Dead, também foi diretor dos filmes que citei acima. E pela qualidade do seu trabalho, ele merece ser conhecido e comentado. Por isso não vou escrever sobre a série e sim sobre o diretor e seus filmes.

Frank Darabont - The Walking Dead

Frank Darabont - The Walking Dead

Explicando um detalhe que comentei e talvez ainda não saiba a respeito dos filmes, é que os três são histórias de livros escritos por Stephen King, que Frank Darabont adaptou para o cinema. Já tivemos várias adaptações de contos, histórias, livros do escritor, algumas boas e outras péssimas. Lembro até hoje do Filme Christine – O Carro assassino, que passava toda tarde no SBT.

Começando pelo o primeiro filme, Um Sonho de Liberdade é considerado um clássico, sendo de 1995, conta a história de um bancário, Andy Dufresne, que é preso por ser acusado de matar a esposa e o amante. Um rapaz que não demonstra desde o ínicio, jeito ou malícia para ter cometido o crime, onde ele mesmo afirma ser inocente, mesmo assim acaba indo para a penitenciária Shawshank.

The Shawshank Redemption

The Shawshank Redemption

Nesse e nos próximos filmes, começamos ter uma idéia sobre o que o diretor pretende debater, é possível reparar como ele tenta mostrar as consequências das atitudes humanas, ações boas ou ruins, que fazemos ou deixamos de fazer e como é difícil ser correto sem saber o que é errado. Convivemos com isso o tempo todo e que melhor cenário para demonstrar esses pensamentos, através de um grupo de presidiários, aparentemente inofensivos, e com um inocente no meio. Uma das frases ditas por Tim Robbins, encenando Andy Dufresne, é “lá fora, eu era honesto, incorruptível, precisei ser preso para virar um vigarista” demonstra a história do filme, o bancário aprende a fazer coisas erradas na cadeia, já que foi preso sendo correto fora dela.

Em a Espera de um Milagre, temos o cenário da penitenciária de volta, porém é mostrado apenas um setor, o do corredor da morte. Esse filme possui uma fantasia que o primeiro não tem, mas de novo o assunto debatido surge, será que é certo seguir leis, éticas em todas situações, sabemos realmente julgar e diferenciar o que é certo ou errado através do que nos foi dito ou imposto.

The Green Mile

The Green Mile

E finalmente temos O Nevoeiro, último filme do diretor, onde parece concluir os debates percebidos em suas obras anteriores, afinal quem sabe o que é certo ou errado. É possível ver bons exemplos sobre isso em algumas cenas do filme, mas nada como a última cena para deixar isso bem claro.

The Mist

The Mist

Estes são 3 ótimos filmes que devem ser assistidos. Trabalhos que mostram porque Frank Darabont conseguiu criar tão bem a série The Walking Dead, como sobreviver em um mundo pós apocalíptico, tentando entender o que é certo ou errado.

Curiosidade

Você sabia que Um Sonho de Liberdade é o filme mais votado pelos usuários do IMDB, recebendo a maior nota e ficando em primeiro lugar. Veja a lista!

Casais do cinema que inspiram casais da realidade

Selecionei alguns casais que, para mim, fazem sentido na história do cinema. Levando em consideração atitudes e a definição de um verdadeiro amor. Dentro desse estereotipo irão surgir casaizinhos de filmes de diferentes gêneros, e eu vou explicar os motivos.

Começando por um famosíssimo drama, Ghost, onde Sam e Molly representam o verdadeiro amor além da vida. Sam, depois de ser morto ao reagir a um assalto, tenta se conectar com Molly para salvá-la de um possível assassinato. E a conexão dá certo, ela o sente quando ele se aproxima. Tornando-os íntimos e com sentimentos intensos como se estivessem juntos de fato.

Ghost (1990)

Em Brilho eterno de uma mente sem lembranças, o casal Clementine e Joel representam aqueles que se amam porém o medo do fracasso os impedem de tentar. Mas o amor e a certeza de que estar juntos é a melhor solução, acabam se tornando maior que um tratamento experimental, que apaga da memória os momentos vividos.

Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004)

Já em Como Se Fosse A Primeira Vez, não é proposital a atitude de esquecer momentos dos dias anteriores. Lucy sofre de falta de memória de curto prazo, e Henry é obrigado a conquistá-la, dia após dia, para ficar ao seu lado –  o que todo homem deveria fazer.

Como Se Fosse A Primeira Vez (2004)

Depois vêm Johnny & June nos encantar com o ritmo folk. Baseado na história real do cantor e compositor Johnny Cash, o casal se une na música e, principalmente, no amor. June Carter sofreu ao tentar tirar Johnny do caminho auto-destrutivo, mas não desistiu, seguindo juntos até o final de suas vidas.

Johnny & June (2006)

O romance em ficção-cientifica de Henry e Clare é o mais complicado: O futuro de Clare é o passado de Henry. É! E mesmo se incomodando com o fato de Henry ser um viajante do tempo, o que faz ele “sumir” (as vezes, sem controle), Clare permaneceu e cuidou dele quando necessário.

Te Amarei Para Sempre (2009)

E, por último, dois casais de filmes cômicos e com estilo bem parecido. Dick & Jane e Phil & Claire Foster. Cada um desses casais enfrentam diferentes situações fora do comum, criando problemas e se metendo em muitas encrencas. Durante essas confusões, os casais se mantêm companheiros um do outro e ajudam/apoiam no que for preciso.

As Loucuras de Dick & Jane (2004)

Uma Noite fora de Série (2010)

Nota: Jack & Rose, de Titanic, não participaram da lista para não parecer clichê. Mas, claro, eles também formaram um belo casal.

Enfim, pensou em “pombinhos” que não foram citados aqui? Considerando a proposta de que um casal do cinema foi “parceiro” do começo ao fim. Comentem 🙂

Fonte: Adoro Cinema